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Playlist da Semana com um certo delay, mas finalmente está disponível. Geradas pelo botão aleatório 😀

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Mais uma Playlist da Semana, três músicas escolhidas de uma banda, e outras três que o aleatório me sugeriu.

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Este é o primeiro post que faço como blogagem coletiva, do grupo Blogs Rock N’ Roll. A ideia foi da Juliana Franco, do Toca da Toupeira, e o intuito é um post sobre as mulheres que admiramos na cena do rock e do metal, uma vez que março é o mês da mulher :3

Capa

Eu ADOREI a ideia, e não hesitei. Por mais que o rock e o metal sejam um tanto quanto masculinizados, não significa que as mulheres sofram restrições – muito pelo contrário, existem grandes ícones (posso até arriscar a dizer sobre um certo preconceito que infelizmente ainda existe, mas esse não é o foco nem o tema agora), e este post é justamente para homenagear essas musas.

E aqui vão minhas divas musicais (meu critério é por quem tenho mais apreço, não significa que são as únicas – senão o post não vai ter fim), ilustradas com minhas fotos preferidas.:

 

Angela Nathalie Gossow

Nascida em 5 de novembro de 1974, em Colônia, na Alemanha. Estudou Economia, participou das bandas Asmodina e Mistress, e mais tarde conseguiu entrar para o Arch Enemy, ao entregar uma fita demo – que julgava mal gravada – para Michael Amott, durante uma entrevista.

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Foi, indubitavelmente, a primeira mulher em quem pensei, e como não pensaria em outra? Confesso que sou fã louca da Angela, e é uma das pessoas que eu mais admiro nesse mundo do metal. E admiro porque ela é exatamente o que é, tem suas opiniões, segue suas ideologias e defende seus pontos de vista – vegan, ateia, anarquista, defende causas como a PETA, healthy lifestyle e ainda foi frontwoman de uma banda de melodic death metal.

Ah, e como não falar dos vocais? Não é só porque eu sou fã, mas é um dos melhores guturais que já ouvi – e deixa muito homem no chinelo, sim. Vocais tão bons tanto em estúdio, como em apresentações. E ela também compunha para o Arch Enemy – não é por coincidência que a banda segue um estilo parecido.

Tive a felicidade de vê-la em 2012, claro que eu troquei a micareta de Porto Seguro pelo show do Arch Enemy (era dia de FUVEST também, mas tinha comprado o ingresso do AE primeiro)… E eu não me perdoaria se não tivesse ido àquele show (ainda não cheguei em um nível na vida em que o vestibular poderia ter sido mais importante que um ~sonho~ de ver a banda preferida ao vivo). Mal saberia eu que ela deixaria a banda 2 anos depois, saindo dos holofotes e indo para a parte administrativa da banda. Enfim, lembro que naquele dia, TINHA QUE demonstrar o afeto tietagem de algum jeito, e levei uma faixa enorme escrita “THIS LIVE IS MY GRADUATION GIFT”, eles tinham que saber que eu estava ali por eles. Fui de camarote, pendurei na grade. A Angeloca leu, me olhou, sorriu, e assentiu com a cabeça, como se estivesse agradecendo. Com a maior simplicidade, e com o maior carinho. <3

Minha música (e clipe!) preferidos ♥ :

Diz oi pros amiguinhos, Angela:

 

Janet Patricia Gardner

Nascida em 16 de março de 1962, em Juneau (Alasca), nos Estados Unidos. Participa da formação do Vixen desde o começo – banda composta essencialmente por mulheres, nos meados de 1980.

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Saindo da brutalidade do death metal, para o glamour do hard rock – ou posso chamar Vixen de metal farofa? Eu poderia falar do Vixen como um todo, de cada integrante, da saudosa Jan, da Roxy que manda muuuito, mas escolhi a Janet. Eu adoro a Janet, não sei explicar tão bem as razões também, mas provavelmente porque se eu fosse rockstar na década de 1980, eu queria ser como ela. A voz doce, com timbres mais hards, o guarda roupa estilosíssimo, a presença de palco e carisma. Visualmente, acaba me representando. Além do preconceito que enfrentaram na época por serem uma banda só de mulheres.

 

Amy Jade Winehouse

14 de setembro de 1983, Southgate, Londres. Incentivada pela avó, começou cedo a carreira musical, voltada para o jazz.

Amy+Winehouse (3)

Não é uma personalidade do metal, nem do rock n’ roll, musicalmente falando, mas admiro muito também. A voz, a carreira, a vida um tanto quanto problemática durante a fama, o amor pelo Blake. Adorava a maneira como expunha os sentimentos por meio das composições. Foi um choque quando soube da notícia “encontraram o corpo da Amy Winehouse“. Não entendi quando ouvi a notícia, lembro que estava levantando da mesa após o almoço, indo me arrumar para sair. “Como assim encontraram o corpo?” eu não conseguia entender, para mim ela tinha desmaiado ou dado mais um de seus pts. Infelizmente, era só a notícia de sua morte mesmo. Enfim, eternizada agora no mito dos rockstars que morreram com 27.

 

Floor Jansen

Goirle, Países Baixos, 21 de fevereiro de 1981. Começou a carreira musical com 16 anos, na banda até então chamada Apocalypse (mais tarde viria a ser o After Forever).

Floor

Adoro a Floor, tenho uma simpatia muito forte por ela, acabo me identificando fisicamente, no sentido de altura – ela tem 1,84m e usa saltos altíssimos (vide fotos dela no Nightwish ao lado do Emppu). Floor me representa 😀 Quando a Anette saiu e ela ficou temporariamente nos vocais do Nightwish, algo me dizia que ela seria efetivada. E foi! E penso que foi uma das melhores escolhas para ficar no Nightwish. Com relativa pouca idade, tem experiência, bagagem e conhecimentos/técnicas musicais admiráveis: compositora, arranjadora, orquestradora, cantora lírica e popular, multi instrumentista, letrista e professora de técnica e interpretação vocais. Fez parte do After Forever, ReVamp, e agora Nightwish – sem contar nas participações em bandas como o MaYan, Epica, Nightmare, Ayreon, Star One…

Como disse, poderia incluir MUITAS outras mulheres da cena, mas o post ficaria sem fim – podem considerar também Tarja Turunen (que faz aniversário no mesmo dia que eu :D), Joan Jett, Brody Dalle, Otep Shamaya, Lita Ford, Doro Pesch, Anekke Van Giersbergen, Liv Kristine. 😀

Não deixem de olhar os outros blogs participantes 😀 O Meu (Não!) Incrível MundoChanel FakeToca da ToupeiraDo Meu Lado da Lua4sphyxi4 – Diva Alternativa Cowgirls From HellEccentric BeautyFemme ToiletTribo AlternativaEstranheza PeculiarTary Belmont

 

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Playlist da Semana um pouco atrasadinha, mas está aqui. Um pouco dos finlandeses do Kalmah, e algumas all-time favorites – que merecem hearted no LastFm.

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Mais uma Playlist da Semana, dessa vez com Ramones e o querido botão aleatório do Media Player.

Foram músicas até que baciadas, hits. Mas tinha um tempo que não as escutava (desde os 15 anos, talvez), sempre bom ouvir a mesma música depois de um certo tempo, como eu já disse, parece que a gente escuta de uma maneira diferente. Não vou me prolongar em relação aos motivos de ter escolhido estas músicas (o motivo é essa seção, simples), eu gosto bastante delas – não necessariamente todas são as minhas favoritas to die for.

Escolhi três do Ramones, e três do aleatório.

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Às vezes largo o Media Player no aleatório, com todos os arquivos de música que tenho no computador. E assim acabo ouvindo, aleatoriamente, outras faixas com as quais não estou acostumada, ou, então, de tanto ouvir, acabo ouvindo de uma maneira diferente (percebendo alguns elementos na música que passavam despercebidos por mim anteriormente ou enfim…).

Estas aqui chamaram minha atenção, e foram as que eu escolhi para o post da semana 🙂

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Há uns dias entrevistei o Mark Jansen – guitarrista e fundador da banda Epica -, por meio do Rock de Verdade, site em que sou colunista agora 🙂

Eu fiquei muito feliz com a oportunidade, o Mark foi super atencioso!

Mais uma vez, obrigada, Rock de Verdade!

A matéria pode ser encontrada aqui

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epica

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Mais uma playlist da semana, dessa vez as músicas que ouvi nos dias que precederam o show (fã que não para de falar sobre Arch Enemy). Um pouco das três “eras” (essa do Stigmata por motivos de: http://instagram.com/p/yPsqCMpvEs/). Não necessariamente são minhas favoritas to die for.

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Eu adoro essa foto ♥

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Presenciei mais um show do Arch Enemy. Dessa vez, de pista. Não sei se resenha de fã vale (haha), mas vamos lá:

É a segunda vez que vejo a banda: compareci na turnê do Khaos Legions, em 2012, também no Carioca Club, em São Paulo, tinha sido meu presente/”viagem” de formatura do 3º ano (convenhamos, não é muito meu tipo ir para micaretas em Porto Seguro), a Angela e o Nick Cordle estavam na formação naquele show, o qual talvez foi o melhor que já assisti – ainda que eu estivesse de camarote.

Enfim, sábado foi dia de deixar a frescura de camarote  pista, até porque fui com meu irmão, e, quando compramos os ingressos, ele insistiu que deveríamos ir de pista. Pois bem, a melhor sugestão que ele deu.

Eu nunca tinha ido de pista em um show grande assim, e valeu cada momento, cada empurra, cada gota de suor.

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Look do dia – sem glamour – no banheiro do Habbib’s

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Um horns daora cortado e mal saberiam estes dois jovens que, ao fim do evento, cada um pegaria uma baqueta.

Entrei na casa umas 18h30, não sei com precisão os horários. Os caras do Imbyra, banda de abertura, estavam terminando de passar o som, ou algo assim. Fui logo comprar a blusa da turnê (show passado eu deixei pra comprar antes do show começar, só tinha as XGG, que acabou virando um vestido – literalmente – em mim), e, como de lei a cada show que vou, comprei a com a data das turnês nas costas (ainda que tivesse outros dois modelos muito bonitos, um raglã 3/4 com o Tempore Nihil Sanat, e outra lilás [sim!] com o Time Is Black). Confesso que fiquei em dúvida (nunca tinha visto blusa 3/4 de banda, e Time Is Black é uma música muito boa), mas segui o critério: data nas costas. Fui sem bolsa, então vesti por baixo do vestido que estava.

 

Logo fui para a muvuca da pista. Não demorou muito – ou eu não vi o tempo passar, eu realmente não estava apegada ao horário – para que os caras do Imbyra aparecessem no palco. Como estudante de Moda, não deixei de reparar no que vestiam – achei bem original irem pintados para o palco. Observei detalhes tipo os patches do colete do vocalista (porque, de alguma forma, é algo bem pessoal e pode vir a ser as bandas preferidas e/ou influências/inspirações), e adorei a luvinha sem dedo com logo da banda.

Gostei da sonoridade também: metalzão com vocais potentes, com bom uso dos pedais, riffs e solinhos bacanas, e uma boa linha de baixo. Eles tocaram com intensidade e paixão, têm um carisma absurdo com a plateia, e muita presença de palco. O show terminou com uma incrível rodinha que me fez parar mais perto ainda do palco (sério, sensacional dizer que a marca registrada da banda é uma roda ao fim do show).

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Agora, vamos finalmente ao show do Arch Enemy. As luzes se apagam e o Daniel Erlandsson surge na bateria. Eu fui uma das que não paravam de gritar, eu estava MUITO perto (considerando a outra vez, que tinha que me debruçar se quisesse ver a bateria, já que as caixas ficavam bem na direção). Depois apareceu o Michael Amott, seguido pelo Sharlee D’Angelo; do outro lado do palco, Jeff Loomis e uma gritaria acompanhando a cena toda. Com Tempore Nihil Sanat como soundtrack dessa cena.

Alissa White-Gluz brota já com um Enemy Within potente. Não quis olhar o setlist da turnê antes de ir ao show, me surpreendi com um play do Wages of Sin logo de primeira. Seguido de War Eternal, e aí sim eu senti o que é ir de pista, a galera fervia, e continuou fervendo com a faixa seguinte, Stolen Life. Achei o microfone da Alissa ligeiramente baixo – ou simplesmente poderia não estar acostumada com sua voz -, fato que despercebi ao final do show (ou aumentaram, ou acostumei com a voz).

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Dois mitos – Mike e Jeff

Depois, mais uma do Wages of Sin, Ravenous. Eu estava estranhando a falta da Angela, foi um pouco difícil não comparar com o show anterior. Mas, enfim, sensacional ouvir a galera selvagem cantando o refrão. Mais uma do novo álbum, No More Regrets, e assim que podíamos observar os fãs assíduos (tanto da Alissa, quanto do War Eternal). Em sequência, Taking Back My Soul e My Apocalypse, hinos da era Angela na voz da White-Gluz.

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Alissa, Sharlee, Jeff e um braço peludo.

 

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Para não dizer que não consegui uma foto só do Sharlee.

You Will Know My Name é a minha favorita do War Eternal (e parece ter sido escrita sobre a entrada da Alissa, mas enfim), e eu até estava achando a Alissa aparentemente simpática com o público, com uma presença notável. Reparei, indubitavelmente, como estudante de Moda, em todo o figurino da banda. Na roupa cheia de detalhes da Alissa – coletinho com vários patches, blusa navalhada presa na coxa (!), calça feita de algum tecido maleável, itens na coxa [um tinha a imagem do Doyle (?) e outro era como um cinto, com um corrente], luvinhas sem dedo, braceletes, suas incríveis “caneleiras” brilhantes e tênis – parecia confortável, não reparei no esmalte (hahaha shame on me!). As roupinhas do resto dos integrantes (não posso afirmar em relação ao Dani porque mal o vi :/) eram aparentemente iguais – camisa estilizada [turnê passada foi assim também] com alguma camiseta por baixo, calça com detalhes nas laterais [vi ilhoses?] -, com exceção do Mike, que tinha corrente pendurada no ombro esquerdo. E todos tinham a braçadeira <3 exceto a Alissa.

Fiquei muito feliz com Bloodstained Cross no repertório, e senti uma leve baixa dos ânimos por parte da galera em Burning Angel, mas nada que fosse consideravelmente perceptível.

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As The Pages Burn, Dead Eyes See No Future, e os fãs continuavam empolgados. Mas eu fui surpreendida, mais uma vez, com No Gods, No Masters. Sério, é uma das minhas favoritas (e foi uma soundtrack peculiar, mais abaixo já explico a razão), muito legal a inclusão de faixas do Khaos nessa turnê. Depois a brutal Dead Bury Their Dead – que, por sinal, também não esperava e acho igualmente sensa -, e o maior hino We Will Rise. A banda inteira parecia contente com a apresentação.

Para o encore, Snowbound clássico, com mitos a executando; forrou o terreno para Nemesis – outro clássico must have -, terminando com Fields of Desolation, que dá aquele arzinho de “aproveite esses últimos segundos de show”.

Tirei as fotos com o celular e com a câmera menor que uso para fotografar coisas mais simples (tipo as unhas e o Mestrecucando), confesso que fiquei com um receio de levar a Nikon para a pista. E tentei fotografar todos, mas foi impossível de tirar uma foto só do Dani, por motivos de: iluminação e Alissa (aparecia quando estava focando o baterista).

 

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Agora, vamos à parte br hue tr00: pegar a baqueta. Meu irmão (ele é baterista) tinha me dito que queria a baqueta, e quando vi, ao final da apresentação, que iriam jogar os itens (ir de pista tem dessas coisas, né?), eu logo o avisei e dei aquele impulso para frente, e o perdi de vista. Vi o Dani ali, naquela “extensão” de palco, e logo tentei ficar na mesma direção que ele o tempo todo. Ele jogou uma baqueta no lado esquerdo, e estava mais ou menos próximo de onde eu estava, conversou alguma coisa com o Mike, e jogou a baqueta sem olhar. Aquela muvuca de lei, até eu ver a parte que é assinada por ele na minha frente. Lembra que eu disse de No Gods, No Masters? Be strong, take this chance e depois de entender porquê nos ensinam a brincar de cabo de guerra durante a escola, consegui a baqueta. Não acreditei, e quase comecei a chorar, sério! (Too much emotions for me, I’m sorry) Enfim, eu não lembro de ter avisado para meu irmão que outra baqueta seria jogada, só sei que ele pegou outra baqueta também. E, segundo ele, as duas que pegamos são da mão esquerda.

 

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Mais um show do Arch Enemy em meu seen live da vida, e talvez o com mais emoção. E, se me perguntassem se valeu a pena… Sim, eu faria tudo de novo <3 (eu disse que discurso de fã não dá para levar em consideração…)

 

Setlist

Tempore Nihil Sanat
Enemy Within
War Eternal
Stolen Life
Ravenous
No More Regrets
Taking Back My Soul
My Apocalypse
You Will Know My Name
Bloodstained Cross
Burning Angel
As The Pages Burn
Dead Eyes See No Future
No Gods, No Masters
Dead Bury Their Dead
We Will Rise
- Encore-
Snowbound
Nemesis
Fields of Desolation (outro)

 

bcrown

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Mais um tópico sobre música no blog: playlist da semana. Ok, relativamente clichê, mas posso ir na modéstia e dizer que não vai ser clichê? Hahaha.

Bem, já comecei com o spoiler pelo título. Indubitavelmente, como já comentei, W.A.S.P. é uma das minhas bandas preferidas, e ultimamente foi a que mais escutei.

wasp
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