Na quinta feira (16/07) a coleção verão/2016 da Melissa foi lançada, e a marca proporcionou eventos pelas lojas do Clube Melissa do país. Fui à unidade do Praiamar Shopping.

Gostei da forma como fui convidada: via SMS. Bem original e moderno, como a marca. Mesmo não fazendo parte do público (por um simples motivo: a numeração só vai até o 39/40), decidi ir. Ao final do post, explico detalhadamente essa história de fazer parte do Clube Melissa.

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Peças da nova coleção – foco para essa plataforma chamada Mar <3

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Um esmalte camaleão: mesmo cremoso, dependendo da incidência e do tipo de luz, a tonalidade se mostra diferente 🙂 Lançado na coleção Balneários (2010).

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Sob incidência solar

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Primeiro projeto do grupo Universo Alternativo!
O projeto “consiste em escolher uma peça chave do seu guarda roupas e elaborar três looks com ela“, palavras da Jaque do 4sphyxi4.

Não foi especificado um tema, e a proposta foi escolhida por votação entre os membros do grupinho.

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Aqui estou, depois de algum tempinho sem postar. Algumas mudanças de rotina e fim de semestre na faculdade fizeram com que eu deixasse o blog um pouco de lado, but I’m back! 😉

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Playlist da Semana com um certo delay, mas finalmente está disponível. Geradas pelo botão aleatório 😀

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Meu delineador preferido dos últimos tempos 😀

Sobre a marca: a Make Up Factory é uma empresa alemã (do grupo Artdeco) que fabrica maquiagens profissionais – tem como visão que todas as mulheres podem ter acesso a maquiagens profissionais, não sendo itens restrito apenas a maquiadores -, de alta qualidade, e está no mercado há 10 anos. Infelizmente, não é vendida no Brasil.

Conheci em uma ida ao Paraguai, e a presença da marca nas lojas me deixou curiosa. O design das embalagens, cores dos produtos, posicionamento nas lojas, os itens de divulgação e merchandising – se bem posso aplicar meus conhecimentos de marketing, de duas, uma: ou a marca comprava presença em todos aqueles lugares (o que é um pouco hard, porque a concorrência no Paraguai é absurda), ou era, de fato, boa. Acabei descobrindo que a marca não é boa, é excelente. Tenho alguns outros itens da marca (mais ou menos metade das minhas maquiagens), então não é só questão de algum produto específico (que é o caso desse post).

O delineador vem nessa caixinha, como mostra a primeira foto do post (a maioria dos produtos da Make Up Factory vêm em caixinhas), com textos sobre o produto em questão em alemão, inglês, espanhol e francês. E, no produto, apenas em inglês e alemão.

LED rótulo

Alguém entende alemão? :D

 

O tamanho da embalagem é normal, e a parte de fora do aplicador é prata, desse jeito espelhado.

O aplicador tem a ponta grossa, mas também existe outro modelo de ponta bem fina. A secagem é bem rápida, e dura umas 8 horas sem precisar de retoques e sem transferir para a pele. O líquido é bem pigmentado e fluido, e além da cor Black No. 1*, há disponível também o Brown No. 4 e o Diamond Gold No. 20 (vi pelo site, mas esse último deve ser lindíssimo!).  E se faz necessário ter a mão um pouco firme para poder fazer o traço, em especial nos cantos, porém nada como a prática 😀

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LED aplicador

Aplicador grosso que topa qualquer make.

 

 

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Primeira foto de maquiagem do blog AEEEEEEEE

Já é meu segundo vidrinho consecutivo desse delineador. <3

Não me recordo em relação ao preço exato, mas não foi muito caro. Aliás, um dos pontos positivos da marca além da qualidade, é o preço – pelo menos no Paraguai. Também considero bastante o design das embalagens e as cores dos produtos.

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= claro que eu não deixaria passar, eu confesso que só reparei que o nome da cor desse delineador é Black No. 1 quando fui fazer as fotos (no site ele se chama Black No. 1). E Black No 1 lembra aaaaaa? Isso mesmo, Type O Negative  Hitzinho pra ilustrar, e, bem, hoje faz 5 anos que nosso querido Peter Steele se foi. Nada mais justo que um videozinho, né? 😉

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Mais uma Playlist da Semana, três músicas escolhidas de uma banda, e outras três que o aleatório me sugeriu.

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Este é o primeiro post que faço como blogagem coletiva, do grupo Blogs Rock N’ Roll. A ideia foi da Juliana Franco, do Toca da Toupeira, e o intuito é um post sobre as mulheres que admiramos na cena do rock e do metal, uma vez que março é o mês da mulher :3

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Eu ADOREI a ideia, e não hesitei. Por mais que o rock e o metal sejam um tanto quanto masculinizados, não significa que as mulheres sofram restrições – muito pelo contrário, existem grandes ícones (posso até arriscar a dizer sobre um certo preconceito que infelizmente ainda existe, mas esse não é o foco nem o tema agora), e este post é justamente para homenagear essas musas.

E aqui vão minhas divas musicais (meu critério é por quem tenho mais apreço, não significa que são as únicas – senão o post não vai ter fim), ilustradas com minhas fotos preferidas.:

 

Angela Nathalie Gossow

Nascida em 5 de novembro de 1974, em Colônia, na Alemanha. Estudou Economia, participou das bandas Asmodina e Mistress, e mais tarde conseguiu entrar para o Arch Enemy, ao entregar uma fita demo – que julgava mal gravada – para Michael Amott, durante uma entrevista.

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Foi, indubitavelmente, a primeira mulher em quem pensei, e como não pensaria em outra? Confesso que sou fã louca da Angela, e é uma das pessoas que eu mais admiro nesse mundo do metal. E admiro porque ela é exatamente o que é, tem suas opiniões, segue suas ideologias e defende seus pontos de vista – vegan, ateia, anarquista, defende causas como a PETA, healthy lifestyle e ainda foi frontwoman de uma banda de melodic death metal.

Ah, e como não falar dos vocais? Não é só porque eu sou fã, mas é um dos melhores guturais que já ouvi – e deixa muito homem no chinelo, sim. Vocais tão bons tanto em estúdio, como em apresentações. E ela também compunha para o Arch Enemy – não é por coincidência que a banda segue um estilo parecido.

Tive a felicidade de vê-la em 2012, claro que eu troquei a micareta de Porto Seguro pelo show do Arch Enemy (era dia de FUVEST também, mas tinha comprado o ingresso do AE primeiro)… E eu não me perdoaria se não tivesse ido àquele show (ainda não cheguei em um nível na vida em que o vestibular poderia ter sido mais importante que um ~sonho~ de ver a banda preferida ao vivo). Mal saberia eu que ela deixaria a banda 2 anos depois, saindo dos holofotes e indo para a parte administrativa da banda. Enfim, lembro que naquele dia, TINHA QUE demonstrar o afeto tietagem de algum jeito, e levei uma faixa enorme escrita “THIS LIVE IS MY GRADUATION GIFT”, eles tinham que saber que eu estava ali por eles. Fui de camarote, pendurei na grade. A Angeloca leu, me olhou, sorriu, e assentiu com a cabeça, como se estivesse agradecendo. Com a maior simplicidade, e com o maior carinho. <3

Minha música (e clipe!) preferidos ♥ :

Diz oi pros amiguinhos, Angela:

 

Janet Patricia Gardner

Nascida em 16 de março de 1962, em Juneau (Alasca), nos Estados Unidos. Participa da formação do Vixen desde o começo – banda composta essencialmente por mulheres, nos meados de 1980.

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Saindo da brutalidade do death metal, para o glamour do hard rock – ou posso chamar Vixen de metal farofa? Eu poderia falar do Vixen como um todo, de cada integrante, da saudosa Jan, da Roxy que manda muuuito, mas escolhi a Janet. Eu adoro a Janet, não sei explicar tão bem as razões também, mas provavelmente porque se eu fosse rockstar na década de 1980, eu queria ser como ela. A voz doce, com timbres mais hards, o guarda roupa estilosíssimo, a presença de palco e carisma. Visualmente, acaba me representando. Além do preconceito que enfrentaram na época por serem uma banda só de mulheres.

 

Amy Jade Winehouse

14 de setembro de 1983, Southgate, Londres. Incentivada pela avó, começou cedo a carreira musical, voltada para o jazz.

Amy+Winehouse (3)

Não é uma personalidade do metal, nem do rock n’ roll, musicalmente falando, mas admiro muito também. A voz, a carreira, a vida um tanto quanto problemática durante a fama, o amor pelo Blake. Adorava a maneira como expunha os sentimentos por meio das composições. Foi um choque quando soube da notícia “encontraram o corpo da Amy Winehouse“. Não entendi quando ouvi a notícia, lembro que estava levantando da mesa após o almoço, indo me arrumar para sair. “Como assim encontraram o corpo?” eu não conseguia entender, para mim ela tinha desmaiado ou dado mais um de seus pts. Infelizmente, era só a notícia de sua morte mesmo. Enfim, eternizada agora no mito dos rockstars que morreram com 27.

 

Floor Jansen

Goirle, Países Baixos, 21 de fevereiro de 1981. Começou a carreira musical com 16 anos, na banda até então chamada Apocalypse (mais tarde viria a ser o After Forever).

Floor

Adoro a Floor, tenho uma simpatia muito forte por ela, acabo me identificando fisicamente, no sentido de altura – ela tem 1,84m e usa saltos altíssimos (vide fotos dela no Nightwish ao lado do Emppu). Floor me representa 😀 Quando a Anette saiu e ela ficou temporariamente nos vocais do Nightwish, algo me dizia que ela seria efetivada. E foi! E penso que foi uma das melhores escolhas para ficar no Nightwish. Com relativa pouca idade, tem experiência, bagagem e conhecimentos/técnicas musicais admiráveis: compositora, arranjadora, orquestradora, cantora lírica e popular, multi instrumentista, letrista e professora de técnica e interpretação vocais. Fez parte do After Forever, ReVamp, e agora Nightwish – sem contar nas participações em bandas como o MaYan, Epica, Nightmare, Ayreon, Star One…

Como disse, poderia incluir MUITAS outras mulheres da cena, mas o post ficaria sem fim – podem considerar também Tarja Turunen (que faz aniversário no mesmo dia que eu :D), Joan Jett, Brody Dalle, Otep Shamaya, Lita Ford, Doro Pesch, Anekke Van Giersbergen, Liv Kristine. 😀

Não deixem de olhar os outros blogs participantes 😀 O Meu (Não!) Incrível MundoChanel FakeToca da ToupeiraDo Meu Lado da Lua4sphyxi4 – Diva Alternativa Cowgirls From HellEccentric BeautyFemme ToiletTribo AlternativaEstranheza PeculiarTary Belmont

 

bcrown

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Playlist da Semana um pouco atrasadinha, mas está aqui. Um pouco dos finlandeses do Kalmah, e algumas all-time favorites – que merecem hearted no LastFm.

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Um look relativamente confortável, com uma das minhas blusas preferidas de banda ♥

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Como já disse anteriormente, eu sou MUITO fã de blusa de banda (muito mesmo!). De acordo com minhas observações e estudos, é uma forma muito eficaz na divulgação das bandas, merchan mesmo. Não é um item exclusivo do guarda roupa headbanger – Elvis Presley e The Beatles já usavam esse mecanismo -, ainda que tal peça seja ícone para alusão.

Vamos retomar o fim da década de 1960, começo de 1970, em relação ao surgimento do metal, quando a divulgação de material era no modo hard (convenhamos, eu penso que era BEM mais divertido e intenso assim). Dentre aquela pouca mídia especializada no assunto, LPs (importados/raros/caros), K7s e alguns bootlegs, usar uma camiseta (ou até patch!) que representasse a banda era uma ótima forma de divulgação – ainda que o som não fosse conhecido, pelo menos o logo/imagem poderia ser conhecido, e assim a curiosidade alheia era impulsionada. More »

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